O nosso reino é tudo isto, e muito mais...

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"A fantasia não é exatamente uma fuga da realidade. É um modo de a entender."
"Fantasy's hardly an escape from reality. It's a way of understanding it" (Lloyd Alexander)

sábado, 30 de abril de 2011

O Guizito anda a ficar desleixado!

O cronista do nosso Reino, responsável pela parte social e eventos (news, press, featured, how-tos, etc.) anda a desleixar-se.
Depois de nós, os reis deste Reino estarem a tentar arrumar/organizar melhor o blog real e a adiantarem a construção do novo site, descobrimos que faltam várias actualizações/publicações.
Sr. GUIZITO, está oficialmente de castigo! Não há mais mel e nozes durante os próximos tempos! Estamos ZANGADOS!!
*
Aqui fica uma das publicações em atraso.
Vejam mais aqui.
*
Agradecemos ao Elefante Pinta Estrelas e à sua tratadora Ana.
Um beijinho muito grande para ambos e continuação de sucesso!

Fotos com vida :)

 
 
 

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Love is everywhere :)

 
Acredito que a natureza encontra sempre maneira de nos demonstrar o seu carinho, só basta sabermos olhar para os sítios certos.
Fotos tiradas na segunda-feira, dia 25.

De vez em quando... * One more page finished :) * Book of Shadows * BOS * Livro das Sombras

... lá vou fazer mais uma página...
Ver mais AQUI sobre o meu álbum de scrapbook: «Recordações de Bruxa» / «Memories of a Witch»: My Book of Shadows

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Árvore que fuma ou tronco em forma de pássaro?!

 
Smoking tree or bird tree tronc?!

Ainda do campo...

 Ninho de vespas :)
"Cravos aos Molhos" (nome vulgar)
 Suculentas

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Martelo das Feiticeiras - Parte II

CONTINUAÇÃO
*
Mulheres e Feiticeiras
Tradicionalmente, nas culturas pré-cristãs, a mulher era objeto de adoração e respeito. Era a fonte doadora da vida e símbolo da fertilidade. Porém, mesmo sob a alegação formal de combater a heresia em todas as suas variações, as descrições contidas no Malleus Maleficarum, fundamentadas em conceitos de uma civilização patriarcal, contribuíram para construir uma idéia fantasiosa e infamante sobre as mulheres.

Esta idéia podia ser legitimada através do preceito que Eva surgiu de uma costela torta de Adão. Logo, ocorreu a associação que, conseqüentemente, todas as mulheres não podiam ser retas em sua conduta. Ainda, o pecado original ocorreu através do ato sexual (na metáfora de Adão e Eva comendo maçã) e, assim, a sexualidade era o ponto mais vulnerável do ser humano. Portanto, segundo o livro, "mas a razão natural está em que a mulher é mais carnal do que o homem, o que se evidencia pelas suas muitas abominações carnais".

Desse modo, qualquer mulher que se dispusesse a tratar pequenas enfermidades ou ferimentos com preparados do- mésticos à base de ervas, morasse sozinha e tivesse um animal de estimação (um gato, por exemplo), tivesse com- portamento pernicioso, entre outras alegações superficiais, podia ser acusada de bruxaria.

A tortura, como é sugerida no próprio Malleus Malefi- carum, era o método utilizado para extrair as confissões das supostas bruxas. Aparelhos como A dama de ferro e a Cadeira das Bruxas eram amplamente utilizados. Além de torturas menos sofisticadas, como aquecimento dos pés ou introdução de ferros sob as unhas. Deste modo, a ré passava por tantos suplícios que acabava por admitir as sentenças elaboradas pelo inquisidor.

Ainda, as lendas em torno das supostas bruxas propa- gavam-se entre o povo. Através da ação demoníaca, uma mulher podia ser capaz de se transformar em animais, voar e manipular a vontade, confundir o pensamento e a atitude de outras pessoas. Provocar ereção masculina ou a impotência sexual; além de inibir ou aumentar a libido de suas vítimas. As bruxas, em seus rituais, dançavam nuas nos campos e se alimentavam de fetos e cadáveres.

Atualmente, aos olhos da ciência moderna, principalmente da psicanálise, diversos "sintomas e indícios" de possessão demoníaca descritos no Malleus Maleficarum são apenas disfunções mentais, como histeria e alucinações. O ocorrido em Salem, Nova Inglaterra, no fim do século XVII, é um bom exemplo de histeria coletiva. Ainda sob o olhar dos historiadores modernos, os motivos que levaram à produção do Malleus Maleficarum não são mais que artimanhas políticas com pouca ou nenhuma argumentação religiosa.

De qualquer forma, o Malleus Maleficarum é um produto religioso e político dos mais significativos da Idade Média. Não é possível dissociá-lo do contexto histórico da Santa Inquisição, da Igreja Católica medieval, tampouco dos principais acontecimentos daquela época, como a peste negra, a queda do sistema feudal, a invenção da imprensa e o início da Renascença. Isto porque, de forma direta ou até mesmo contraditória, um acontecimento impacta sobre outro. Assim, o Malleus Maleficarum é mais que um "código penal eclesiástico" utilizado na Idade Média; é um registro fiel do que foi parte do pensamento da Igreja Católica medieval, com uma imensa oposição à figura da mulher e um desejo ensandecido de manter a autoridade política, econômica e religiosa e, desse modo, de todo um contexto deste capítulo da história da humanidade.

Retirado daqui
*
Mais sobre este livro AQUI
*
Download:
Malleus Maleficarum (português): Aqui

terça-feira, 26 de abril de 2011

No campo :)

Mais fotografias tiradas no dia de Páscoa :)

Martelo das Feiticeiras - Parte I

Sou uma pessoa que gosto de fazer as coisas bem, de preferência logo à primeira.
Como sabem estou a fazer, há já bastante tempo, um Scrapbook sobre Bruxas. Podem encontrar algumas (ainda poucas - tenho que tirar mais...) fotos AQUI.
Lá podem ler também um pouco mais sobre este projecto.
Na minha investigação pela internet descobri a referência a um livro:
Malleus Maleficarum
Fiquei ainda mais curiosa quando descobri que está ESGOTADO.
Na busca por uma versão em download descobri que apenas havia em inglês e em espanhol.
Teimosa como sou... lá acabei por descobrir uma versão em brasileiro.
Enquanto descobria e nãop descobria fui lendo alguns resumos:
*
«O Martelo das Bruxas ou O Martelo das Feiticeiras (título original em latim: Malleus Maleficarum) é uma espécie de manual de diagnóstico para bruxas, publicado em 1487, dividindo-se em três partes: a primeira ensinava os juízes a reconhecerem as bruxas em seus múltiplos disfarces e atitudes; a segunda expunha todos os tipos de malefícios, classificando-os e explicando-os; e a terceira regrava as formalidades para agir “legalmente” contra as bruxas, demonstrando como inquiri-las e condená-las (não necessariamente nesta ordem).


O Malleus Maleficarum (traduzido para português como Martelo das Feiticeiras ou Martelo das Bruxas) é um livro escrito em 1484 e publicado em 1486 (ou 1487), por dois monges alemães dominicanos, Heinrich Kramer e James Sprenger, que se tornou uma espécie de "manual contra a bruxaria". O livro foi amplamente utilizado pelos inquisidores por aproximadamente duzentos e cinqüenta anos, até o fim da Santa Inquisição, e servia para identificar bruxas e os malefícios causados por elas, além dos procedimentos legais para acusá-las e condená-las.
O Malleus Maleficarum traz inúmeras e exageradas descrições e, até certo ponto, apelativas e incoerentes. O livro divide-se em três partes distintas, sendo que cada parte subdivide-se em capítulos chamados de Questões. A primeira parte, que contém dezoito questões, ensina a reconhecer bruxas em seus múltiplos disfarces e atitudes. A segunda parte traz apenas duas ques- tões, mas a primeira está subdividida em dezesseis capítulos e a segunda em oito capítulos. Esta segunda parte expõe os tipos de malefícios, classificando-os e explicando-os detalhadamente, e os métodos para desfazê-los. A terceira e última parte, que contém uma introdução geral e trinta e cinco questões subdivididas, condiciona as formalidades para agir "legalmente" contra as bruxas, demonstrando como inquiri-las e condená-las, tanto nos tribunais civis como eclesiásticos.

As teses centrais do Malleus Maleficarum fundamentaram-se na idéia de que o demônio, sob a permissão de Deus, procura fazer o máximo de mal aos homens para apropriar-se de suas almas. Este mal é feito prioritariamente através do corpo, único canal em que o demônio pode predominar. A influência demo- níaca é feita através do controle da sexualidade, e por ela, o demônio se apropria primeiramente do corpo e depois da alma do homem. Segundo o livro, as mulheres são o maior canal de ação demoníaca.

Ainda, a primeira e mais importante característica descrita no livro, responsável por todo o poder das feiticeiras, é copular com o demônio. Portanto, Satã é o "senhor do prazer". Dessa forma, uma vez obtida a relação com o demônio, as feiticeiras são capazes de desencadear todos os males, especialmente impotência masculina, impossibilidade de livrar-se de paixões desorde- nadas, oferendas de crianças à Satã, abortos, destruição das colheitas, doenças nos animais, entre outros. Porém, no próprio livro é citado que o coito com o demônio não seria exatamente carnal, já que estas criaturas eram espíritos, mas ocorria através de rituais orgíacos.

O surgimento do Malleus Maleficarum
No início do século IX, havia a crença popular sobre existência de bruxos que, através de artifícios sobrenaturais, eram capazes de provocar discórdia, doenças e morte. Por sua vez, a Igreja não aceitava a existência de bruxos e ainda, baseado no Conselho eclesiástico de São Patrício (St. Patrick), afirmava que "um cristão que acreditasse em vampiros, era o mesmo que declarar-se bruxo, confesso ao demônio" e "pessoas com crenças não poderiam ser aceitas pela Igreja a menos que revogue com suas palavras o crime que cometeu".

Na segunda metade do século X já havia penalidades severas para quem fizesse uso de artes mágicas. No século XIV (1326) a Igreja autoriza a Inquisição a investigar os casos de bruxaria. Pouco mais de cem anos depois, em 1430, teólogos cristãos começam a escrever livros que "provam" a existência de bruxos. O livro Formicarius, escrito por Thomas de Brabant, em 1480, aborda a relação entre o homem e a bruxaria.

Em uma sociedade na qual a religiosidade, política, sexualidade e artes estavam interligadas e sob o domínio da Igreja, transgredir as normas de conduta em apenas um desses campos, acarretaria, por conseqüência, numa transgressão generalizada e direta sobre o poder do clero. Dessa forma, sob o papado de Inocêncio VIII, o Malleus Maleficarum nasceu da necessidade que a Igreja Católica tinha de organizar e legitimar suas práticas, principalmente quando relacionadas à Santa Inquisição, que já atuava desde o final do século XII. Até aquele momento, não havia uma referência oficial que abordasse a questão da bruxaria. Fazia-se necessário um documento escrito, aprovado pelo corpo eclesiástico, que tivesse valor legal e determinasse com maior precisão possível, as práticas de feitiçaria e suas respectivas punições.

Heinrich Kramer e James Sprenger, através de uma bula de Inocêncio VIII, foram nomeados inquisidores para que investigassem as práticas de bruxaria nas províncias do norte da Alemanha e incumbidos de produzir a obra que institucionaliza-se e legitima-se a ação da Igreja. Por aproximadamente dois anos, encarregaram-se da produção do espesso trabalho de mais de quatrocentas páginas. Por fim, o Formicarius foi acoplado e passou a fazer parte do tratado eclesiástico intitulado Malleus Maleficarum. A imprensa, recém surgida, facilitou a divulgação da campanha movida pela Igreja contra as feiticeiras.»

CONTINUA...

segunda-feira, 25 de abril de 2011

domingo, 24 de abril de 2011

Passámos o Dia de Páscoa no campo...

Fomos visitar a família e mais uma vez tivemos a oportunidade de estar em contacto com a natureza.
 
 
 
 
 
 
Os nossos filhos adoraram. Colheram legumes, brincaram com os cães, deram milho e tiraram os ovos às galinhas, brincaram com os peixinhos do lago, colheram flores, entraram na casa dos periquitos...
Só foi a pena os pintaínhos que estão prestes a nascer ainda não o terem feito...
Em breve mais fotografias :)

O Reino Já Cheguei deseja-vos

Uma Páscoa encantada, cheia de bons moentos e muitas risadas.
Beijos doces com sabor a chocolate :)

sábado, 23 de abril de 2011

Calma...

 
 
 
É assim que me sinto.

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Ela e chocolate!!

ADORAM-SE!

A minha natureza :) / My nature :)

A minha gaveta mágica! Conseguem ver as conchas? E os seixos da praia em forma de coração?
My magic drawer :) Can you the the sea shells? And the heart shaped pebbles?
 
Madeira, chuifre de veado e algo que tirei do mar (em cimento).
Wood, antler of deer an something from the sea.
 
Da floresta!
From the woods!
 
Do mar!
From de sea!

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Os meus livros favoritos...

Adoro os meus livros sobre Crafts e Mixed Media
 
 
 
Adoro os livros sobre Contos de Fadas e Histórias para Crianças
 
 
Adoro os meus livros sobre a inquisição e genealogia.
Ainda há os que falam em Genética que também gosto...
Bom e todos os outros de que também não tenho fotos mas que também não dispenso.
**
As a virtual friend comment in my photos said:
«Oooh, there is nothing better than being RICH in books! Great pictures!!»

Aceitei o conselho...

...e estou a ler «Muitas Vidas, Muitos Mestres» de Brian Weiss.
(relatos de regressões a vidas passadas)
ACONSELHO!

«Prefácio

Sei que tudo acontece por uma razão. É possível que no momento em que ocorre um determinado acontecimento não tenhamos nem o discernimento nem a visão antecipada para compreendermos a razão, mas o tempo e a paciência encarregar-se-ão de nos esclarecer.

Foi assim que tudo se passou com Catherine. Encontrei-a pela primeira vez em 1980, tinha ela vinte e sete anos. Viera ao meu consultório à procura de ajuda para a ansiedade, os ataques de pânico e a angústia que a dominavam. Embora esses sintomas se verificassem desde a sua infância, haviam-se tornado muito mais graves num passado recente. A medida que os dias iam passando, sentia-se cada vez mais paralisada e menos capaz de agir. Estava aterrorizada e compreensivelmente deprimida.

Em contraste com o caos que nessa altura se verificava na vida dela, a minha corria da melhor maneira possível. Tinha um casamento estável, dois filhos ainda muito novos e uma carreira florescente.

Desde o princípio que a minha vida sempre pareceu seguir um percurso sem obstáculos. Cresci num lar onde predominava o afecto. O sucesso académico veio facilmente e no segundo ano da universidade tomei a decisão de vir a ser psiquiatra.

Em 1966 licenciei-me Phi Beta Kappa*, magna cum laude, na Universidade de Columbia em Nova Iorque. Segui então para a Escola de Medicina da Universidade de Yale e recebi o meu diploma de M.D.** em 1970. Depois de um internato no Centro de Medicina de Bellevue da Universidade de Nova Iorque, regressei a Yale para completar a minha especialização em Psiquiatria. Terminada esta, aceitei um lugar de professor na Universidade de Pittsburgh. Dois anos mais tarde mudei-me para a faculdade da Universidade de Miami, onde assumi o cargo de director do Departamento de Psicofarmacologia.

* Sociedade honorífica, fundada em 1776, cujos membros vitalícios são escolhidos entre os estudantes universitários de maior distinção académica.

** M. D. - Doctor of Medicine (Medical Doctor).

Foi aí que conquistei um nome nacionalmente reconhecido nos campos da psiquiatria biológica e do abuso de substâncias. Depois de quatro anos na universidade, fui promovido ao lugar de professor associado de Psiquiatria na Escola Médica e nomeado director de Psiquiatria num grande hospital de Miami, que estava ligado à universidade. Por essa altura já publicara trinta e sete artigos científicos e estudos sobre temas da minha especialidade.

Anos de um estudo disciplinado haviam-me permitido treinar a mente como cientista e como médifo, conduzindo-me ao longo de estreitas veredas no conservadorismo da minha profissão. Desprezava tudo aquilo que não fosse passível de ser provado por métodos científicos tradicionais. Estava ao corrente de alguns estudos em parapsicologia que eram conduzidos em universidades de renome por todo o país, mas estes não me despertaram a mínima atenção. Parecia-me tudo demasiado rebuscado.

Foi nessa época que conheci Catherine. Durante dezoito meses utilizei métodos convencionais para a ajudar a ultrapassar os seus sintomas. Ao chegar a um ponto em que parecia que nada funcionava, tentei a hipnose. Numa série de estados de transe, Catherine recordou memórias de «vidas passadas», que provaram ser os factores causais dos seus sintomas. Também demonstrava ser capaz de agir como receptor de informações de «entidades espirituais» altamente evoluídas, e através delas revelou muitos segredos de vida e de morte. Em meia dúzia de meses os seus sintomas desapareceram, tendo ela retomado a sua vida, mais feliz e mais em paz do que alguma vez estivera.

Não havia nada na minha formação que me tivesse preparado para uma situação destas. Sentia-me absolutamente assombrado com o desenrolar destes acontecimentos.

Não possuo qualquer explicação científica para aquilo que se passou. Ainda hoje existe um número infindo de coisas a respeito da mente humana que estão para lá da nossa compreensão. É possível que, sob hipnose, Catherine conseguisse concentrar-se na parte da sua mente subconsciente que armazenava memórias reais de vidas passadas, ou talvez tivesse deparado com aquilo que Carl Jung, psicanalista conceituado, designava por inconsciente colectivo, a fonte de energia que nos rodeia e contém as memórias de toda a raça humana.

Os cientistas estão a começar a procurar essas respostas. Nós, como sociedade, temos muito a ganhar com a investigação sobre os mistérios da mente, da alma, da continuação da vida para além da morte, e da influência das experiências de vidas passadas no nosso comportamento actual. É óbvio, como se compreende, que as ramificações são ilimitadas, em especial nos campos da medicina, psiquiatria, teologia e filosofia.

No entanto, a investigação cientificamente rigorosa neste campo ainda se encontra na sua infância. Têm sido dados grandes passos para desvendar a informação a este respeito, mas o processo é lento e depara com grande resistência por parte de cientistas e leigos com ideias análogas.

Ao longo de toda a história, a humanidade sempre resistiu a mudanças e à aceitação de novas ideias. Os registos históricos estão repletos de exemplos. Quando Galileu descobriu as luas de Júpiter, os astrónomos da época recusaram aceitar a sua teoria ou até mesmo olhar para esses satélites, porque o facto de existirem entrava em conflito com as suas crenças. O mesmo se passa agora com psiquiatras e outros terapeutas, que recusam examinar e avaliar as provas consideráveis que têm sido reunidas sobre a sobrevivência após a morte corporal e sobre as memórias de vidas passadas. Os seus olhos continuam obstinadamente fechados.

Este livro representa a minha modesta contribuição para a evolução da investigação no campo da parapsicologia, especialmente o ramo que lida com as nossas experiências antes do nascimento e depois da morte. Tudo aquilo que o leitor irá ler é verídico. Não acrescentei o que quer que fosse e eliminei apenas as partes que eram repetitivas. Modifiquei levemente a identidade de Catherine com o único objectivo de garantir a sua confidencialidade.

Demorei quatro anos a escrever tudo aquilo que se passou, quatro anos para assumir o risco profissional de revelar esta informação não ortodoxa.

Aconteceu-me de repente numa noite em que me encontrava debaixo do chuveiro - senti um impulso irreprimível de transcrever esta experiência para o papel. Tinha uma sensação muito forte de que era a altura exacta, de que não devia reter a informação por mais tempo. As lições que eu aprendera deviam ser partilhadas com os outros, já não podiam ser guardadas em privado. O conhecimento viera através de Catherine e agora teria de ser passado através de mim. Eu sabia que nenhuma consequência que viesse a enfrentar poderia ser mais devastadora do que o facto de não partilhar o conhecimento que adquirira sobre a imortalidade e o verdadeiro significado da vida.

Saí rapidamente do chuveiro e sentei-me à secretária com o monte de fitas gravadas durante as sessões com Catherine. As primeiras horas da madrugada, recordei-me do meu velho avô de origem húngara que morrera quando eu ainda era um adolescente. Sempre que lhe dizia que sentia medo de correr um risco qualquer, encorajava-me carinhosamente repetindo a sua frase favorita em inglês: «Vat the hell», dizia, «vat the hell». [Para o diabo!]

Brian Weiss»
Copiado daqui

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Graffitis

Mais dois para juntar AQUI
***
«Efémero, Secreto, Ilegal, Rebelde e Provocador, o Graffiti é uma arte. Uma arte moderna que exige partilha, fusão e estreitamento de laços de camaradagem e amizade. Muitos não vêm esta arte com bons olhos, outros não vivem um dia sem deixar a sua marca nas inúmeras paredes e muros das cidades.
Atentos aos traços, à distância entre a parede e as mãos que seguram os aerossóis, os jogos de cores, contornos e degradés... É como se as letras "dançassem" no espaço, imersas por uma imensa topografia de cores, formas, que surgem a partir de inúmeras técnicas e truques, que se usam para surpreender os outros.» (...)

terça-feira, 19 de abril de 2011

Tempestade de ontem / Yesterday's rainstorm

Projecto 365
109/365

Pelos caminhos das oliveiras

 
 
 
Árvores rendilhadas pelo tempo.
Magníficas!

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