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"A fantasia não é exatamente uma fuga da realidade. É um modo de a entender."
"Fantasy's hardly an escape from reality. It's a way of understanding it" (Lloyd Alexander)

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Hoje é noite de Lua Azul / Today is the night of The Blue Moon

Não, o nosso satélite natural não vai surgir nos céus azul. Lua azul é o nome que se dá à segunda Lua Cheia que ocorre num mês - a anterior foi a 2 de agosto. Fenómeno repete-se apenas em julho de 2015.
As luas azuis ocorrem porque o mês lunar não está sincronizado com os nossos meses. São precisos 29,5 dias para que a Lua faça uma órbita em redor da Terra, tempo durante o qual vemos o satélite em todas as suas fases - da Lua Cheia à Lua Nova, passando pelos quartos minguante e crescente. Os meses têm 30 ou 31 dias (excepto fevereiro), pelo que ocasionalmente há duas luas cheias no mesmo mês. À segunda dá-se o nome de lua azul.
Em inglês existe a expressão "once in a blue moon", que significa literalmente "uma vez numa lua azul", para se fazer alusão a um acontecimento raro.A última lua azul foi registada em dezembro de 2009. A próxima será em julho de 2015.
De acordo com o site do Observatório Astronómico de Lisboa, "conta-se que a origem da designação lua azul remonta ao século XVI, quando algumas pessoas que observavam a Lua a olho nu achavam que ela era azul". Segundo a mesma fonte, "anos depois, discussões a respeito deste assunto, mostraram que era um absurdo a Lua ser azul, o que gerou um novo conceito para lua azul como significado de 'nunca'. Com esse significado de algo muito raro, começouse a dizer que a segunda Lua Cheia de um mês era uma lua azul".
Há contudo casos na história em que a Lua apareceu mesmo nos céus com a cor azul. Em 1883, quando se deu uma explosão no vulcão Krakatoa, na Indonésia, os gases em expansão na atmosfera fizeram com que Lua tivesse uma aparência azulada na altura em que estava próxima do horizonte. Outro episódio remonta a 1951, quando um grande incêndio florestal no Canadá lançou muitas partículas na atmosfera, criando o mesmo efeito.

Magia Natural: A magia do mar e dos seus instrumentos

É aquela praticada próximo ao oceano, ou com objetos criados e transformados pelo oceano.
Há milénios o mar é cultuado, temido, consagrado, ora-se a ele, oferecem-se sacrifícios a ele, é reverenciado. Tem sido a morada de deusas e deuses, sereias e tritões, ondinas e serpentes – monstros horrendos e encantadoras sereias que enganavam os marinheiros, atraindo-os para a morte em rochas traiçoeiras.

Sob suas ondas escondem-se antigas e fabulosas terras e civilizações – Atlântida, Lemúria, Lyonesse, para citar algumas – e dele toda a vida surgiu. Portanto, o mar é tanto o início quanto o fim, o alfa e o ômega – a fonte de toda a vida e daquilo que a consome.

Em priscas eras, assim como hoje, os centros populacionais localizam-se nas proximidades de rios ou na costa, garantindo acesso fácil e alimentos – peixes, crustáceos, algas - bem como uma plataforma pela qual artefactos de bambu e piche, madeira e cordas, e posteriormente de formas mais sofisticadas, podiam flutuar e viajar para terras distantes.

Esses povos dependiam do mar para obter alimento; assim, suas próprias vidas eram nele personificadas. Deusas e deuses surgiram de suas profundezas e amorosamente abriram seus braços para abraçar os povos simples, ou sopravam ondas que destruíam suas frágeis embarcações e devastavam aldeias.
Assim como os rios, nascentes e riachos eram reverenciados, também o mar o era. Em conjunto com os ritos religiosos, praticava-se magia, assim como hoje.
Muitas das antigas deidades do mar são hoje objeto de livros – Posseidon, Ísis, Llyr, Mari, Neptuno, Shony, Tiamat, Dylan, Manannan – todos esses e muitos outros receberam libações, incensos, sacrifícios.
O que os livros parecem desconhecer é que eles ainda vivem; seus murmúrios são ouvidos nos ruídos do oceano e seus poderes aumentam e minguam com a lua. Eles aguardam o momento de se erguer e serem novamente reconhecidos.
Apesar de não precisar cultuar o mar ou suas deidades para praticar a magia do mar, você deve respeitá-lo como um amplo depósito de poder. É nossa mãe ancestral, mais antiga que os continentes sobre os quais vivemos, mais velha que a árvore ou a pedra. É o próprio tempo.
A magia do mar é melhor se praticada próxima ao oceano, mas muitos dos encantamentos a seguir podem ser levemente alterados e praticados em qualquer lugar, desde que você possa obter alguns instrumentos.
Um pote com água onde tenha misturado um pouco de sal funciona como uma conexão com o oceano, assim como uma banheira cheia de água salgada. Em antiquários e casas especializadas, procure conchas, areia, alga marinha e outros itens.
A magia do mar é misteriosa e flexível como os próprios oceanos. Eis alguns encantamentos.



As Marés



As marés são um aspeto essencial da magia do mar, assim como a lua para toda magia. Elas assinalam o pulsar do oceano, os fluxos de poder que podem ser controlados e atraídos pela magia.

Há três fases de marés, assim como a lua, a controladora das marés (em inglês, só existem três fases da lua: Crescente, Cheia e Nova):



- Maré cheia, quando a maré sobe (de baixa para alta);

- Maré alta, o máximo que os oceanos se elevam na praia num período de doze horas;

- Maré vazia, quando a maré baixa (de alta para baixa).



Na verdade, assim como com a lua, há uma quarta maré, maré baixa, mas esta geralmente não é utilizada em magia. É, no entanto, um bom período para a meditação e introspeção, e também para buscar algo em vidas passadas.

Todos os encantamentos produtivos e positivos devem ser praticados durante a maré enchente. Incluam-se aqui fertilidade, dinheiro, amor, cura e assim por diante.

A maré alta é tradicionalmente o melhor período para qualquer tipo de encantamento; positivo ou negativo, bom ou de banimento.
Quando o mar está em vazante, é o período ideal para encantamentos destrutivos ou de banimento.
Diariamente, há duas marés altas e duas baixas. A maioria das livrarias e lojas de pesca oferece tabelas das marés, assim como jornais em cidades costeiras. Confirme as marés no dia em que desejar realizar um encantamento, se morar perto do mar, e realize-o o mais perto possível da "fase" adequada, para obter melhores resultados. Isso pode ser levado em consideração em todos os encantamentos que for realizar, mas não é necessário.
Para um ritual importante a maré mais alta do mês é o momento mais auspicioso. Você pode determiná-la ao estudar uma tabela de marés para um mês e encontrar o maior número de metros que o mar se eleva na praia. Essa será a maré mais alta, e corresponderá sempre à lua cheia. Se não puder aguardar, não se preocupe não prejudicará o encantamento.
Além dos poderes adicionais no mar durante a maré alta, há também uma razão prática para monitorar as marés. Ritos praticados numa faixa deserta de litoral são experiências realmente evocativas e mágicas, mas se a maré estiver subindo e a área for rochosa, com penhascos íngremes, pode acabar encurralado, sem saída.



Os Instrumentos



Os instrumentos da magia do mar são encontrados no oceano ou atirados pelas ondas na praia. São naturais e feitos pelo homem; antigos como o próprio mar e novos e frescos como a aurora. Apesar de variarem de lugar para lugar e de era para era, eis aqui alguns do mais conhecidos.



Conchas do Mar



Presentes do mar, são usadas para representar as deidades do oceano. Longas e espiraladas, representam os deuses, enquanto as redondas simbolizam as deusas. Cauris têm sido usadas por séculos para a última finalidade.

Muitas bruxas do mar e magos colocam conchas em seus altares por essa razão ao praticar magia do mar em casa.

Quando encantamentos são praticados no litoral, deve-se marcar um círculo protetor com conchas distribuídas em um anel e recolhidas com esse propósito.
Podem ser utilizadas como pingentes para atrair fertilidade, ou para atrair dinheiro, pois já foram utilizadas como moeda.


Apanhe uma grande concha univalve (inteiriça) e ponha-a próxima a seu ouvido. Deixe que ela fale com você. Pode ouvir mensagens do futuro ou do passado; ou o som do mar pode acalmar sua mente para receber mensagens psíquicas.

Uma concha especial que encontre na praia pode ser transformada num amuleto de proteção ou de sorte.

Uma concha posicionada à entrada de uma casa assegura que a sorte entrará nela.
Conchas e outras univalves bem grandes são assopradas no litoral para afastar a negatividade e para convidar os Deuses e espíritos para rituais e encantamentos.



Madeira Flutuante



Pedaços de madeira arrastados pelo mar, cheios de sal marinho e secos pelo sol na praia são o combustível natural de fogueiras místicas, que normalmente são parte da magia.

Essa madeira pode ser utilizada em encantamentos. Apanhe um pedaço apropriado e entalhe nele sua necessidade com uma faca. Atire-o de volta ao mar, implorando que satisfaça seu desejo.

Um pedaço menor pode ser enfeitado com símbolos protetores e usado como amuleto ou talismã para atrair ou repelir forças, dependendo de seus desejos.
Pode-se também fazer uma espécie de bastão mágico com essa madeira; com esse bastão, pode-se desenhar círculos na areia onde praticar magia. Pode-se também utilizá-lo para riscar runas na areia. Não há regras quanto a seu tamanho, forma ou tipo de madeira; seja o que for que o mar ofereça, é bom.



Boias de Pesca



Nas praias do Oceano Pacífico, na parte noroeste dos Estados Unidos, lançavam-se boias de pesca ao mar. O mesmo ocorria em outras partes do mundo.

Muitos anos atrás, tais boias, utilizadas para sustentar redes de pesca, eram feitas de vidro, geralmente de cor azul ou verde. O vidro é grosso e as boias "saltam" quando derrubadas ou quebradas, e na base da boia há uma pequena massa elevada de vidro, onde a boia era fechada durante sua manufatura.

Infelizmente, a maioria das boias de pesca atualmente utilizadas são de plástico. Se encontrar uma boia de vidro na praia, considere-se extremamente sortudo. Se não, compre uma numa loja de antiguidades. Certifique-se de que a boia foi realmente usada no mar, pois isso a carrega.
Não importa se encontrou ou não uma boia velha, leve-a ao mar na maré alta. Mergulhe-a três vezes na água e diga:



GLOBO DE VIDRO AZUL (OU VERDE), AQUI EU LHE CARREGO

PARA QUE ME SEJA UMA DÁDIVA PSÍQUICA.
QUANDO TOCADA PELO SAL, LIBERE SEU PODER!
ESSE É MEU DESEJO, ASSIM SEJA.



Leve a boia para casa, enrole em pano azul e verde e guarde num local seguro.

A boia de pesca pode agora ser utilizada como uma bola de cristal para visões.

Retire-a, unte a base com um pouco de água salgada, apoie-a no pano e pratique.



Pedras Furadas



Se encontrar na praia uma pedra com um furo, apanhe-a pois é um valioso instrumento de magia. A pedra furada é pendurada em casa para proteção, usada numa corrente no pescoço com a mesma finalidade, e para muitos outros fins em magia.

Apanhe uma pedra furada, encontre um graveto no qual se encaixe firmemente e atire-os ao mar. Um amor virá até você.

Para ver os espíritos do mar, leve a pedra furada ao mar, à noite, na maré alta. Feche um olho, de frente para o mar, e ponha a pedra furada no outro. Olhe através do buraco e você poderá ver os espíritos.
Para cura, coloque a pedra furada em sua água de banho. Acrescente sal e entre na banheira. A pedra só poderá ser utilizada para este propósito.
A pedra furada é um dos mais valiosos instrumentos de magia, e é grátis, um presente do mar. Por ser um símbolo da eternidade e da força feminina da natureza, não é apenas uma peça de boa sorte, nem só um eficiente instrumentos de magia; é sem dúvida sagrada.



Algas



Se por um lado as algas são uma importante fonte de alimento em muitas partes do mundo, no Ocidente ela é raramente utilizada, a não ser no processamento e conservação de diferentes alimentos e produtos como creme dental e sorvetes. Entretanto, há muitas utilizações mágicas para a alga marinha.

Seque um pequeno pedaço de qualquer espécie de alga ao ar livre. Quando estiver completamente seco, pendure-o em casa para proteger a estrutura do fogo.

Algas secas também são usadas para acender fogueiras nas praias, e penduradas ao ar livre como indicadores do clima. Quando a alga estiver enrugada, o clima será ensolarado. Quando incha, e parecer molhada ao toque, existe a possibilidade de chuva.
Um pequeno pedaço de alga marinha numa garrafa de uísque, bem fechada e colocada numa janela ensolarada, pode atrair dinheiro à sua casa. A garrafa deve ser agitada diariamente.
A seguir, uma coleção de encantamentos marinhos como praticados hoje. Podem ser utilizados por qualquer pessoa, desde que esteja perto do mar, ou mesmo de um grande lago ou rio.



Fonte: 'Magia Natural: Rituais e Encantamentos da Tradição', de Scott Cunningham 

A Magia nas Conchas * Using Shells in Magic

Seashells are gifts from Mother Ocean that offer a tantalizing promise of discovery. The energy and beauty of seashells has an effect on us and are perfect aids in Sea Magic. Their legacy of use by people dates back millennia: In addition to food and medicine, seashells have been used for mundane and sacred purposes worldwide.
Shells exude energy and it is no wonder people have been attracted to them. Their shapes and color patterns suggest flowing movement echoing the mystery and rhythms of Mother Ocean.
Who hasn’t succumbed to gathering a few shells when walking along a beach? While their beauty may attract us, their energy has a far greater pull. For this reason, we may find that we are drawn to shells that are not perfectly formed baubles. Additionally, because no two shells are exactly the same they serve as reminders that we are all unique and beautiful, too.
Some shells come to us as gifts and some as oracular guidance. I described in Sea Magic how a shell came into my hand when I was doing a Wave Blessing and my experience with the sand dollars. Shells speak to us this way which makes it important to learn about them.

Properties

Being born of the ocean, shells are strongly associated with the element of water. They are also associated with the moon, which drives ocean tides. Both the element of water and the moon have strong feminine energies that are receptive in nature, so shells are primarily used in magic to draw things you desire into your life.


Preparation

Shells taken from the ocean need little ritual preparation for magical uses; however, if your shells were bought from a store or have been stashed in a box for a while, they may benefit from cleansing and recharging. To do this, place your shells in a bowl of water mixed with sea salt. Set them aside to soak for a day or overnight. Recharge them by setting the bowl in the sun or under the light of the full moon for several hours.

Love

One of the main symbols for Aphrodite, the Greek goddess of love, is the seashell. Invoke the power of Aphrodite for love spells using shells by wearing seashell jewelry or hair ornaments to attract a mate. Use a hinged seashell with the two parts still attached as a powerful love talisman to keep two lovers together. Write the initials of the lovers on the inside of the shell, one on each side, then seal it shut with glue.

Prosperity

Many cultures used shells as a form of currency. Cowrie shells were used in Africa and North America, and Native Americans used wampum---beads made from clam shells---as money. Because of this, shells are suitable for money spells. Fill a small green or gold pouch with seashells, a silver coin and mint, which is a money-drawing herb. Hang the bag where you do business, and rub it when you desire prosperity. Place a small seashell in your wallet or purse to continually keep money coming to it.

Protection

Protection is a shell's primary purpose in nature, as it is made to keep small, defenseless sea creatures safe from harm. Because of this, shells have strong protective energies. Many cultures in coastal areas use shells in folk magic to protect the home by placing strings of shells over windows and doors. Necklaces of strung shells can be worn by children to keep them close to home and safe from harm. Placing a small, round shell on the collars of your pets will keep them safe should they wander from home.
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Abalone
Abalone is a beautiful shell showing a play of bright blues and turquoise across a polished surface. Shells are the outer housing (exoskeleton) of sea-creatures, and is an organic gemstone which has been used in jewelry making and religious ceremonies for countless ages. Usually found off the coasts of South America, Japan, and China. Mother of Pearl and Paua shell is simply the dark blue and pearly lining of the Abalone shell.

Mystical Properties:
Abalone is reported by intuitive sources to stimulates psychic development and intuition, and promotes imagination in a healthy way. Nicknamed the sea ears, the Abalone's flattened, oval shape with iridescent interior was used by the Native Northwest American Indians as a natural vessel for cleansing, offerings and prayers. 
Abalone is purported to be especially useful for handling and calming emotional situations, and be very soothing to the emotions. Having abalone nearby when working through an emotional situation with someone is said to be beneficial, and to promote cooperation.Mystical Lore and Folklore says that abalone is helpful for arthritis and other joint disorders, muscle problems, the heart, and digestion. 

Healing Properties:

Abalone is very healing to the body and especially the first three chakras. It is also calming to high strung people. Used by athletes to help build and protect muscle tissue. Also benefits the heart and helps in digestion. 
It can be used in the treatment of hearing disorders, calcium deficiencies, and in dysfunctions of the spinal cnanl and nervous system. It can assist in healing the breaks in the skeletal structure and has been useful in enhancing the assimilation of Vitamins A and D
There are about one hundred species of abalone worldwide, some of which are used medicinally. Abalones belong to the Haliotidae family, and their iridescent mother-of-pearl interiors glow like shimmering waves making them a popular resource for jewelry. The interior of the paua abalone (Haliotis iris) is called “sea opal”. Some are commonly used for food. The donkey’s ear (H. asinina) species has a more oblong shape resembling the ear of a donkey. Abalones in general are nicknamed ear shells and sea ears.

Appearance: Abalones are thick and oval or elliptically shaped with a whorl ridge that is studded with typically four to ten holes for respiration. In some species the whorls are more like folds. Colors include brown, green-brown, dark green, red-brown, brick red, orange-red; some with creamy streaks. The inside of the shell is cover with iridescent silver, blue and green nacre. Some abalones have a mottled appearance.
Magical Associations: abundance, determination, emotions (heal), generosity, healing, imagination, insight, introspection, intuition, life (paua), the mind, problems (avoid)
Chakras: All 



Directions: Northeast, Southwest, West

Uses: These shells are frequently used as smudge bowls for cleansing the energy of an area. Abalone’s beautiful interior energetically attracts abundance.

Angel Wing 
These shells belong to the Pholadidae family. If you find both halves of an angel wing (Cyrtopleura costata) shell, you will see how they got their name: when opened flat they resemble a pair of angel’s wings. The false angel wing (Petricola pholadiformis) resembles the angel wing, but is smaller and more refined. Despite their delicate appearance they can bore into clay, wood and some types of rock.
Other members of this family include the piddocks, which have wing-like shape such as the campeche angel (Pholas campechiensis), European piddock (Pholas dactylus), and the fallen angel wing (Barrea truncate) which is also known as the Atlantic mud piddock.
Appearance: Angel wings are whitish elongated and delicate with ribs that run from the hinge joint to the outer edges, giving them a feathered appearance.
Magical Associations: balance, determination, energy (angelic), freedom, grace, hope, magic (angelic), support
Element: Air
Uses: This shell helps raise our spirits and lets our intentions soar. They can also aid in contact with angelic energy.

Clam
Clams encompass a wide range of species from several families all of which are known as clams: the Hard-Shelled Clam, think clam chowder (Mercenaria mercenaria), the Soft-Shelled Clam also known as steamers (Mya arenaria) and Surf Clams (Spisula solidissima) to name a few. Some clams are very colorful and some almost wing-shaped earning them the nick-name Butterfly Shells (from the Tellinidae family). Others twist around on themselves giving the shell a ram’s horn appearance (family Glossidae). The Chocolate-Flamed Venus Clam (Lioconcha castrensis) has dark brown zigzag lines that on some shells resemble ancient writing.
Appearance : Clams can be circular, oblong, oval or triangular. Colors range from white to dark brown and include most shades of the rainbow in solid colors or patterns. Some have a papery coating over the exterior of their shells.
Magical Associations: abundance, communication, compassion, emotions (protect), healing, life, love, purification, secrets, self-work, sex/uality, stability, sympathy, well-being
Chakra: Root
Uses: Clams can help us find our place in the world, hold a confidence and protect emotions.

Cockle
There are over two hundred species of cockles, members of the Cardiidae family, worldwide. These shells have been used for food, ornamentation and currency as far back as 3000 B.C.E. in Mesopotamia. Prehistoric graves in Lincolnshire, England, were discovered to be filled with cockle shells, suggesting that they were a symbol of death and rebirth.
Cockles are also called heart clams because when viewed from the side with both shells intact, they appear valentine-shaped. They are different from shells in the Glossidae family which are also called heart clams. Additionally, cockles were used in ancient medicine because they were believed to be good for the heart.
Members of this family include the European prickly cockle (Acanthocardia echinata), hairy cockle (Plagiocardium setosum) named for the tiny, almost hair-like nodules on its ribbing, common European cockle (Cerastoderma edule), yellow cockle (Trachycardium muricatum) and heart cockle (Corculum cardissa).
Appearance: Cockles are heavily ribbed and can be round or oval shaped. Colors range from cream and yellowish to vivid yellow and brown. Some have zigzag streaks.
Magical Associations: awareness, balance, calm, confidence, death (burial customs), encouragement, goodness, grounding, happiness, healing, love, rebirth / renewal, romance, trust (in self)
Chakra: Heart
Uses: Cockles are very good for centering and calming energy. They also aid in overcoming self-doubt.

Conch
With the tip of the apex removed, this shell is blown like a trumpet in India and Sri Lanka to “open the heavens” for ritual. The conch also symbolizes the resonate voice of the Buddha. In Hawaii, the conch is sounded to summon spirits or to cleanse the energy of a space. Conchs have a spiraling shape usually with a broad flaring lip. True conchs are distinguished by a notch in the outer lip at the lower end. Some have protruding spines and nodes. They have a vast range of colors and patterns. Conchs are great for clearing negative energy and preparing an area for an event or activity. Their energy aids in moving inward for reflection.
Shells from the Strombidae family are called true conchs and can be distinguished by a “stromboid notch” toward the front (opposite the apex) end of the outer lip. With the tip of the apex removed, this shell is blown like a trumpet in India and Sri Lanka to “open the heavens” for ritual. The conch also symbolizes the resonate voice of the Buddha. In Hawaii, the conch is sounded to summon spirits or to cleanse the energy of a space. The pink conch, also known as the queen conch (Strombus gigas) is known to produce pink pearls.
Other members of this family include the Florida fighting conch ( S. alatus), rooster conch (S. gallus), goliath conch (S. goliath), milk conch (S. costatus), hawk wing conch (S. raninus), dog conch (S. canarium), silver conch (S. lentiginosus), and bull conch (S. Taurus).
Appearance: Conchs have a spiraling shape usually with a broad flaring lip. True conchs are distinguished by a notch in the outer lip at the front (lower/smaller) end. Some have protruding spines and nodes. They have a vast range of colors and patterns.
Magical Associations: awareness, banish, battle / war, clarity, communication, creativity, danger, defense, determination, energy (move), enlightenment, introspection, justice, knowledge, learning, life (vitality), love, magic (love), negativity, power (occult / left spiral conch), purification, wisdom
Goddesses: Amphitrite, Durga, Lakshmi 
Gods: Buddha, Ganesh, Krishna, Manannan, Vishnu
Animal: Jaguar
Reptile: Crocodile
Uses: Conchs are great for clearing negative energy and preparing an area for an event or activity. Their energy aids in moving inward for reflection.

Cowry
Belonging to the Cypraeidae family, cowries number more than two hundred species worldwide. A wide range of cultures have used them for secular and sacred purposes. In relation to the Great Mother Goddess, cowries have represented both vulva and pregnant belly, symbolizing abundance, fertility and (pro)creative powers. The Hindu goddess Hayagriva is usually depicted rising from a yoni-symbol cowry-like shell. The ancient Romans associated cowries with the goddess Venus and gave them as gifts to brides.
The cowry’s long aperture has also been likened to a mouth—and even seen as the mouthpiece of gods. Oshun (a goddess of fresh water) taught the Yoruba people of Nigeria how to use the shells for divination.
The money cowry (Cypraea moneta) and the gold ring cowry (C. annulus) were used as currency in Asia, Africa and Malaysia. The first coins made of metal in China (circa 600 B.C.E.) were cast in the shape of cowry shells. The Romans called cowry shells porci or porculi meaning “little pigs”. In the ancient world, the pig was a symbol of fecundity and prosperity, associated with powerful goddesses such as the Greek Demeter whose sacred rituals included the sacrifice of pigs. Combining the symbolism of vulva and sow, the Greek word choiros means both pig and female genitals, and may be mistaken for the root of the word cowry. The English word cowry is derived from the Hindi kauri.
Other fairly well-known types of cowries include the Atlantic gray cowry (C. cinerea), Atlantic yellow cowry (C. spurca acicularis), Atlantic deer cowry (C. cervus), brown-toothed cowry (C. angustata), cape cowry (C. capensis), tiger cowry (C. tigris), Arabian cowry (C. arabica) eyed cowry (C. argus), hump-backed cowry (C. mauritiana), snake-head cowry (C. caputserpentis), and the honey cowry (C. helvola). The rarest and most sought-after is the golden cowry (C. aurantium).
Appearance: Cowries are small and somewhat egg-shaped. They have a rounded side and a flat underside where the aperture is a long serrated slit. The exterior of the shell is glossy enamel-like in a wide array of colors and patterns.
Magical Associations: abundance, death (burial customs), divination, faith, fear (overcome), fertility, growth, improvement, independence, introspection, intuition, love, manifestation, marriage, money, prophecy, prosperity, rebirth / renewal, self-work, sensitivity, success, vision, wealth
Energy: Yin


Chakra: Sacral

Goddesses: Cerridwen, Hayagriva, Venus

Uses: Cowries are excellent for divination, manifesting intentions and soul work.

Jingle
These bivalves of the Anomiidae family are almost as common as sand along America’s Atlantic beaches. Jingle shells are rarely found intact, but you can tell which half you have because each side is different. The right side (the lower valve) has a circular hole near the hinge through which the animal anchors itself to a rock or other surface. This half is found less often.




Members of this family include the common jingle (Anomia simplex), Peruvian jingle (A. peruviana), prickly jingle (A. squamula), saddle jingle (Placuna sella), false Pacific jingle (Pododesmus macroschisma), and false Atlantic jingle (Pododesmus rudis).

Appearance: Jingles are irregularly shaped circles or ovals, very light, translucent and fragile. Their iridescent sheen ranges in color from white and yellow to black or red.
Magical Associations: abundance, death (burial customs), divination, faith, fear (overcome), fertility, growth, improvement, independence, introspection, intuition, love, manifestation, marriage, money, prophecy, prosperity, rebirth / renewal, self-work, sensitivity, success, vision, wealth
Energy: Yin


Chakra: Sacral

Goddesses: Cerridwen, Venus

Uses: Jingles help us learn to trust our intuition and to judge when it is wise to let go and ride with the tides of life.

Moon Shells
Found throughout the world, these members of the Naticidae family are also called necklace shells. The Atlantic moon (Polinices duplicatus) has the common name of shark’s eye. Moon shells embody two powerful symbols: the circle and the spiral and were occasionally used as talismans in Celtic burials, sometimes scattered over the body, sometimes below it. These shells were also symbolically placed near the hands and feet or in a pattern above the head.
Members of this family include the butterfly moon (Natica alapapilionis), violet moon (N. violacea), China moon (N. onca), zebra moon (N. undulate), colorful Atlantic moon (N. carirena), northern moon (Lunatia heros) and Lewis’ moon (Euspira lewisi)
Appearance: Moon shells are round and tightly coiled, with a short or flat spire. Their colors and patterns vary widely.
Magical Associations: beauty, clarity, cycles, death (burial customs), fertility, harmony, independence, insight, introspection, knowledge (seek), magic (moon), the mind, protection (by the Goddess), rebirth / renewal
Solar System: Moon


Goddesses: Astarte, Inanna

Uses: Moons can teach us how to roll with life’s turbulence and to move inward without losing sight of what’s around us. They can also help us find answers to questions that are important to us.

Murex
With more than one thousand species worldwide, the murex, also called rock shells, belong to the Muricidae family. These shells were the source of the rosy-purple dye that became known as royal tyrian purple. Highly valued by the ancient Phoenicians and Romans, later the dye was used by the Roman Catholic and Episcopal churches to color bishops’ robes. The Venus comb murex (Murex pectin) with its long thin spines is one of the most striking examples.
Others include the purple dye murex (M. brandaris), snipe bill murex (M. haustellum), pink-mouthed murex (M. erythrostomus), cabbage murex (M. brassica), scorpion murex (M. scorpio), lace murex (M. dilectus), rose murex (M. rubidus), giant eastern murex (M. fulvescens) and the sting winkle (Ocinebra erinaceus).
Appearance: Murex shells range from heavy to delicate. They have high, pointed spires and whorls that are smooth, spiny or nodular. The siphon canal is elongated in some species. Their coloring is variable in cream, white, yellow, tan, pink, orange reddish and brown. Banding, spotting and patterns vary.
Magical Associations: adaptability, anger, business, courage, dedication / devotion, emotions, justice (legal matters), life, negativity, nurture, protection, support, warmth
Uses: The murex can help us summon courage to overcome adverse conditions.

Mussel
Known to seafood lovers everywhere, the blue mussel (Mytilus edulis) and its Mediterranean cousin (M. galloprovincialis) belong to the Mytilidae family. Mussels are the most abundant of all mollusks. The larger brown variety is known as the horse mussel (Modiolus modiolus). Mussels are usually found attached to rocks and piers or in the mud and sand of shallow water.
Other members include the channel mussel (Perna canaliculus), Atlantic ribbed mussel (Geukensia demissa), variable mussel (Brachiodontes variabilis), common date mussel (Lithophaga lithophaga) and the tulip mussel (Modiolus americanus).
Appearance: Mussels are elongated, pear-shaped shells, ranging in color from purple-black to blue or brown. The interior is pearly.
Magical Associations: abundance, adaptability, affection, attachments, dedication / devotion, determination, growth, guidance, stability
Solar System: Moon


Goddess: Amphitrite

Uses: Mussels help us see that we have the strength to weather life’s storms and that the ordinary can be extraordinary.

Oyster
Sources of food since pre-historic times, true oysters belong to the Ostreidae family. The ancient Greeks believed that dew or rain taken in by an oyster would ripen into a pearl. Pearls are formed around grains of sand or any other irritant. Oysters of various families produce pearls as do several other types of shells such as conchs.
Examples include the common European or edible oyster (Ostrea edulis) and crested oyster (O. equestris). Wing oysters (Pincyada imbricata), black-lipped oyster (Pincyada margaritifera) and pearl oysters (Pteria hirundo) are members of the Pteriidae family.
Appearance: Oysters are irregular, rounded or elongated in shape and have a variety of colors.
Magical Associations: abundance, beauty, fertility, life (vitality), love (unconditional), luck, lust, prosperity (attract), sex/uality
Uses: Oysters can help attract prosperity as well as a lover.

Periwinkle
Fifty to one hundred species of these shore-dwelling snails of the Littorinidae family are found throughout the world. The smallest is the rough periwinkle (Littorina saxatilis). Next in size are the northern yellow or smooth periwinkle (Littotrina obtusata) and the common periwinkle (Littorina littorea), respectively. Usually found clinging to rocks in tidal pools, periwinkles are in “mid-passage” evolving from marine animal to land dweller.




Other members include the zebra periwinkle (L. ziczac), marsh periwinkle (L. irrorata), angulated periwinkle (L. scabra angulifera), pagoda periwinkle (Tectarius pagodas), beaded periwinkle (T. muricatus), and the false prickly winkle (Echininus nodulosus).

Appearance: Periwinkles are solid little shells with short spires and circular apertures. Colors vary widely. Smooth periwinkles are bright yellow or orange with virtually no spire.
Magical Associations: adaptability, change/s, concentration / focus, determination, friend/ship, grounding, growth, integrity, the mind (deliberation), transformation
Uses: These shells can help us hold our focus and stay centered.

Sand Dollar
The sand dollar is a type of sea urchin that is related to the star fish. This creature moves between the worlds of water and earth, burying itself in the sand and soft mud on the ocean floor. The common sand dollar (Echinarachnius parma) and the keyhole urchin (Mellita testudinata) are easily recognized by the five-petaled shape etched in their centers.
The sand dollar has been associated with the life of Jesus, its five-pointed pattern representing both the star of Bethlehem and the five wounds inflicted at the crucifixion.
Appearance: Sand dollars are irregularly shaped, round and flat with a five-pointed flower-like pattern and five holes. Their color is usually white or tan.
Magical Associations: awareness, balance (seek), compassion, knowledge, protection (emotions, financial), messages / omens, protection (emotional, financial), purpose, secrets, transformation, wisdom
Uses: Sand dollars help us find wholeness and acquire knowledge. They aid in keeping confidences and protecting emotions.

Scallop
Not only were Aphrodite and Venus depicted arising fully formed on scallop shells, so too were a number of Aztec and Mayan goddesses. Throughout ancient Europe, the scallop shell was used “as a symbol of religion, mysticism and of sex”. Belonging to the Pectinidae family, more than four hundred species can be found worldwide.
As a design motif, the scallop has been used in personal ornamentation, fabric and furniture décor and architecture. In the early years of Christianity it was used as a badge of pilgrimage—originally to the shrine of St. James in Spain. On heraldic banners, a scallop with two slits (or “eyes” as they were called) indicated that a knight had been in battle and had searched for the Holy Grail. The energy of a scallop is radiant and healing.
Others include the Atlantic bay scallop (Argopecten irradians), calico scallop (Argopecten gibbus), Atlantic deep sea scallop (Placopecten magellanicus), leopard scallop (Anachlamys leopardus), Asian moon scallop (Amusium pleuronectes) and the folded scallop (Decatopecten plica).
Appearance: Scallops are fan-shaped and somewhat flat. Of the true scallops (Pectin family) one shell, or valve, is more concave than the other. Their colors range from white to a variety of brilliant hues as well as a wide range of patterns.
Magical Associations: beauty, calm, change/s, clarity, compassion, energy (move), grounding, harmony, healing, the home, introspection, leadership, luck, obstacles, prosperity, rebirth / renewal, relaxation, spirituality, travel
Goddesses: Aphrodite, Chalchihuitlicue, Coatlicue, Venus, Xochiquetzal
Uses: As a symbol of pilgrimage scallops aid in spiritual rejuvenation. They are instrumental in removing energy blocks and keeping us centered. With them we can search the depths of our souls. They help us know that we are beautiful.

Slipper Shell
From above, slipper shells appear as rounded little mounds; underneath is a protective shelf that covers part of the animal’s body and gives the shell a moccasin-like appearance. When I was a child I thought of them as rowboats for fairies. Slippers live in colonies attached to rocks and each other. They can change sex (from male to female) as colony necessity dictates. These shells belong to the Crepidulidae family.
Members of this family include the common Atlantic slipper (Crepidula fornicate), convex slipper (C. convexa), spiny slipper (C. aculeate), northern white slipper (C. nummaria), onyx slipper (C. onyx), spotted slipper (C. maculosa) and the ribbed slipper (Maoricrypta costata)
Appearance: The flattened oval shell has an interior “shelf” that forms the slipper-like shape. Their colors are cream, yellow, brown or reddish brown to purple.
Magical Associations: adaptability, balance, challenges, change/s, community, family, generosity, support, transformation
Uses: Slippers aid us in weathering transitions and support us as we help others.

Triton
These rugged yet decorative shells from the Ranellidae family are related to the murex shells. With a hole drilled into the apex they are used as horns. Triton’s trumpet (Charonia tritonis) is the largest and best known because it is used to call people to worship. Another name for it is the Pacific trumpet triton. There is also an Atlantic trumpet triton (Charonia variegata). In Greek legend Poseidon’s son, Triton, blew this shell and subdued floods that threatened to destroy the world. This story was depicted on Roman coins in 400 B.C.E.
Other members of this family include the knobbed triton (Charonia nodifera), angular triton (Cymatium femorale), lotorium triton (Cymatium lotorium), ruby triton (Cymatium rubeculum), and the little frog triton (Ranella olearia).
Appearance: Tritons are solid and sculpted with strong rib-like areas. The thick outer lip is often toothed. These shells have a wide range of colors and patterns.
Magical Associations: communication, confidence, dedication / devotion, emotions, faith, happiness, leadership, motivation, power, relationships, youth
Gods: Neptune, Poseidon, Vishnu
Uses: Triton shells aid in sending forth our intentions and prayers.

Whelk
About eight hundred species of whelk can be found worldwide. The lightning whelk (Busycon contrarium) is one of the few shells with a left-handed coil. For this reason, it is commonly mistaken for the sacred Indian chank shell or simply employed as a substitute—adding to the confusion over these seashells.
The columellae of whelks were strung together and used as money by Native Americans. White wampum beads were also made from whelks.
Other whelks include the horn whelk (Buccinulum corneum), New England Neptune whelk (Neptunea decemcostata), spiral Babylon whelk (Babylonia spirata), knobbed whelk (Busycon carica) and the channeled whelk (B. canaliculatum).
Appearance: Whelks are globular-shaped near the apex with a long tapering siphon. Their colors and sizes vary greatly.
Magical Associations: change/s, guidance, imagination, improvement, inspiration, luck, release, spirituality, wisdom
Uses: Whelks help us find the guidance we need, especially for spiritual development

Hoje há Lua Azul!! / Blue Moon today!


«Chama-se Lua Azul a segunda lua cheia num mesmo mês do calendário gregoriano ou a Lua Cheia do décimo terceiro ciclo de lunação, fechando o ano solar.


A Lua Azul associa-se abundância de força magnética e poder espiritual capaz de propiciar profundas purificações emocionais que quando vivida na inconsciência e na carência pode levar ao sofrimento.


Chama-se Lua Azul a segunda lua cheia num mesmo mês do calendário gregoriano ou a Lua Cheia do décimo terceiro ciclo de lunação, fechando o ano solar.


Segunda lua cheia de um mesmo mês
Quando a Lua Cheia cai no dia primeiro de um mês de 31 dias, no dia 31 terá outra Lua Cheia, a Lua Azul.



A Lua Azul acontece, em média, uma vez a cada dois anos e sete meses, sete vezes a cada dezenove anos e trinta e seis vezes num século. Isso se deve a que um mês terrestre tem em média 30,5 dias enquanto o mês lunar tem 29,5 dias.


Pode acontecer ter dois meses no mesmo ano com Lua Azul. Isto acontece se a primeira Lua Cheia cair no primeiro de janeiro, como fevereiro tem apenas 28 dias, as próximas duas luas cheias se repetem em março. Tal coincidência ocorre apenas quatro anos em cada século, (o próximo será só no distante 2018).


O folclorista canadense Philip Scock, após ter pesquisado indícios da origem da Lua Azul, afirma que a expressão é usada desde o século XVI para representar uma Lua cheia especial, desafiante, associada ao desatino e a alucinação.


Lua Azul do décimo terceiro ciclo de lunação.


Nos calendários lunares à lua cheia do décimo terceiro mês se lhe chama também de Lua Azul. Ao ser o último ciclo de lua do ano, ocorre nele também uma síntese do vivido durante todo o ano.

http://contossollua.blogspot.pt/2009/08/o-que-e-lua-azul.html»

Acontece em média, uma vez a cada 2 anos e sete meses, sete vezes a cada dezenove anos e trinta e seis vezes num século.

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Os meus Minerais, Cristais e Pedras Preciosas * My Minerals, Crystals and Gems

MINERAL é um corpo natural sólido e cristalino formado em resultado da interação de processos físico-químicos em ambientes geológicos. Cada mineral é classificado e denominado não apenas com base na sua composição química, mas também na estrutura cristalina dos materiais que o compõem. Em resultado dessa distinção, materiais com a mesma composição química podem constituir minerais totalmente distintos em resultado de meras diferenças estruturais na forma como os seus átomos ou moléculas se arranjam espacialmente (como por exemplo a grafite e o diamante). Os minerais variam na sua composição desde elementos químicos, em estado puro ou quase puro, e sais simples a silicatos complexos com milhares de formas conhecidas. Embora em sentido estrito o petróleo, o gás natural e outros compostos orgânicos formados em ambientes geológicos sejam minerais, geralmente a maioria dos compostos orgânicos é excluída. Também são excluídas as substâncias, mesmo que idênticas em composição e estrutura a algum mineral, produzidas pela atividade humana (como por exemplos os betões ou os diamantes artificiais). O estudo dos minerais constitui o objeto da mineralogia. 
Um CRISTAL é um sólido no qual os constituintes, sejam eles átomos, moléculas ou iões, estão organizados num padrão tridimensional bem definido, que se repete no espaço, formando uma estrutura com uma geometria específica. Em química e mineralogia, um cristal é uma forma da matéria na qual as partículas constituintes estão agregadas regularmente, criando uma estrutura cristalina que se manifesta macroscopicamente por assumir a forma externa de um sólido de faces planas regularmente arranjadas, em geral com elevado grau de simetria tridimensional. 
Uma PEDRA PRECIOSA ou GEMA é um mineral, rocha (como a lápis-lazúli) ou material petrificado que, quando lapidado ou polido, é colecionável ou usável para adorno pessoal em joalharia. Outros são orgânicos, como o âmbar (resina de árvore fossilizada) e o azeviche (uma forma de carvão). Algumas gemas embora valiosas e bonitas, não são suficientemente duras ou são frágeis demais para serem usadas em joias (por exemplo, rodocrosita), mas são exibidas nos museus e procuradas por colecionadores. (copiado da wikipédia) 
 *** 
 A MINERAL is a naturally occurring substance that is solid and stable at room temperature, representable by a chemical formula, usually abiogenic, and has an ordered atomic structure. It is different from a rock, which can be an aggregate of minerals or non-minerals, and does not have a specific chemical composition. The exact definition of a mineral is under debate, especially with respect to the requirement a valid species be abiogenic, and to a lesser extent with regards to it having an ordered atomic structure. The study of minerals is called mineralogy. Minerals can be described by a variable physical properties, which relate to its chemical structure and composition. Common distinguishing characteristics include crystal structure and habit, hardness, lustre, diaphaneity, colour, streak, tenacity, cleavage, fracture, parting, and specific gravity. More specific tests for minerals include reaction to acid, magnetism, taste or smell, and radioactivity. 
A CRYSTAL or CRYSTALLINE SOLID is a solid material whose constituent atoms, molecules, or ions are arranged in an ordered pattern extending in all three spatial dimensions. In addition to their microscopic structure, large crystals are usually identifiable by their macroscopic geometrical shape, consisting of flat faces with specific, characteristic orientations. Common crystals include snowflakes, diamonds, and table salt; however, most common inorganic solids are polycrystals. Crystals are often symmetrically intergrown to form crystal twins. 
A GEMSTONE or GEM (also called a precious or semi-precious stone, a fine gem, or jewel) is a piece of mineral, which, in cut and polished form, is used to make jewelry or other adornments. However certain rocks (such as lapis lazuli) and organic materials (such as amber or jet) are not minerals, but are still used for jewelry, and are therefore often considered to be gemstones as well. Most gemstones are hard, but some soft minerals are used in jewelry because of their luster or other physical properties that have aesthetic value. Rarity is another characteristic that lends value to a gemstone. (from wikipedia)

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