O nosso reino é tudo isto, e muito mais...

«Contos de fada são mais do que a verdade. Não porque eles nos dizem que dragões existem, mas porque eles nos dizem que dragões podem ser derrotados.»

~ Neil Gaiman ~

domingo, 18 de junho de 2017

Amar, gostar * Love (4)

Poderia ter sido escrito por mim, mas não foi.
Sou assim também...
Eu nunca fui uma moça bem-comportada. 
Pudera, nunca tive vocação pra alegria tímida ou pro amor mal resolvido sem soluços. 
Eu quero da vida o que ela tem de cru e de belo. 
Não estou aqui pra que gostem de mim. Estou aqui pra aprender a gostar de cada detalhe que tenho. E pra seduzir somente o que me acrescenta.
Adoro a poesia e gosto de descascá-la até a fratura exposta da palavra.
A palavra é meu inferno e minha paz. Sou dramática, intensa, transitória e tenho uma alegria em mim que me deixa exausta.
Eu sei sorrir com os olhos e gargalhar com o corpo todo.
Sei chorar toda encolhida abraçando as pernas.
Por isso, não me venha com meios-termos, com mais ou menos ou qualquer coisa. Venha a mim com corpo, alma, vísceras, tripas e falta de ar...
Eu acredito é em suspiros, mãos massageando o peito ofegante de saudades intermináveis, em alegrias explosivas, em olhares faiscantes, em sorrisos com os olhos, em abraços que trazem pra vida da gente.
Acredito em coisas sinceramente compartilhadas.
Em gente que fala tocando no outro, de alguma forma, no toque mesmo, na voz, ou no conteúdo.
Eu acredito em profundidades.
E tenho medo de altura, mas não evito meus abismos.
São eles que me dão a dimensão do que sou.

~ Marla de Queiroz ~

sábado, 17 de junho de 2017

Amar, gostar * Love (3)

Gostar é EU sentir que vale a pena estar na TUA vida e principalmente sentir que TU precisas que eu faça parte dela.
É não querer sentir sentir que não fazemos falta. É não aceitar ficar nessas condições.
Gostar é não sentir que se dá algo de que o outro não é digno.
É não abdicar do amor-próprio para se receber menos do que se merece.
É não sentir que se investe em algo que não mostra esperança para continuar.
Gostar é dizer com certeza absoluta que se contribuiu para que alguém se tornou numa pessoa ainda melhor. É sentir que só por isso já valeu a pena fazer parte da sua vida.
É criar experiências únicas. Marcar positivamente. Partilhar tudo. É dar de coração aberto o que se sabe que o outro nunca teve.
É não se sentir mais um. É sentir que não se é o primeiro ou o segundo, mas o único.
É tentar sempre conquistar esse espaço, o de ser o único.
É saber que não se ganha apenas um beijo mas o mapa para o coração.
É ter a certeza que o outro não sente apenas a nossa falta mas que sentes saudades, muitas saudades.

Gostar é nunca se emprestar. É dar-se sempre por completo!

sexta-feira, 16 de junho de 2017

Amar, gostar * Love (2)

Amar é seres parte de mim.
É conquistar-te todos os dias (e ter prazer nisso).
É conquistares-me todos os dias.
É descobrir-te várias vezes por dia.
É escrever cartões, cartas e postais.
É fazer parvoíces por ti.
É ser e querer ser sempre verdadeiro.
É mostrar ao mundo e a mim que um dia juntos é para nós um segundo.
É receber sempre um sorriso em troca de um olhar.
É acreditar que os meus sonhos correspondem às minhas capacidades.
É dar tudo o que posso, sempre.
É ser humilde o suficiente para se permitir mudar pelo que se quer. É saber que não somos imutáveis, somos apenas humanos.

quinta-feira, 15 de junho de 2017

Gostar, amar * Love (1)

Gostar é correr atrás. Pelo menos até se cansar, até acreditar que se corre para onde se é esperado.
Correr atrás até ver que se corre para estar sozinho.
Correr atrás mas nunca deixa de gostar de si em primeiro lugar e quem gosta de si alimenta sempre a sua felicidade.
Gostar é ter tempo, confiar, gostar sempre, esforçar-se por merecer, estar preparado para corrigir os erros, gostar por inteiro com todos os pedaços e ainda encontrar os que faltam, não guardar segredos, não magoar, ficar sempre mais um pouco, desligar o telefone por último, provar o que se diz, é ajudar o outro a encontrar forças para se levantar sempre que a vida lhe passa uma rasteira.
É precisar do outro porque ele tem aquilo que levou de nós.
É gostar de estar com o outro por puro egoísmo (para não sofrermos a ausência) e esperar que ele faça o mesmo. Nunca aceitar que o outro faça menos que isso.
É entregar-se por completo.
É saber que a vida ANTES era incompleta. É saber que se apagarmos o outro da nossa vida apagaremos também uma parte de nós. parte do que lutámos para ser neste momento.
É dar sempre o melhor de nós HOJE e acreditar que HOJE é mesmo o melhor dia da nossa vida.
É não ter medo de dizer, de fazer, de abraçar, de mostrar em público que...
Amar, gostar... primeiro e sempre de si próprio.

Lobo Meu (laranja) / Plush Wolf Orange

Lobo Meu, Lobo Meu... existe alguém mais teu amigo do que eu?!
Quem tem medo deste Lobo «Mau»? Ele só quer um amigo verdadeiro... 
De qualquer maneira e para garantir, nunca andes de capuchinho vermelho e com um cesto cheio de bolos perto dele e tudo vai correr bem.

Este amigável lobo tem 35 cm de comprimento e 20 cm de altura.
*
Etsy Shop:
AQUI / HERE

sábado, 10 de junho de 2017

Saudades * I wish you were here

Tantas saudades tuas... Partiste há 16 anos avó. Farias hoje 96...
Foi uma dor imensa. Chorei muito por egoísmo, porque sei que a tua parte estava feita.
Obrigado por teres feito parte da minha vida.
Obrigada pelo que me deste incondicionalmente. Por me teres amado tanto.

sexta-feira, 9 de junho de 2017

A Relação de Entreajuda * Mutual Aid

Era uma vez um grupo de pessoas que se chamavam: NINGUÉM, ALGUÉM, NÃO IMPORTA QUEM, CADA UM e TODA A GENTE.
Havia um trabalho importante a cumprir e TODA A GENTE tinha a certeza que ALGUÉM se encarregaria de o levar a cabo. NÃO IMPORTA QUEM poderia tê-lo feito, mas NINGUÉM se encarregou de o fazer.
ALGUÉM zangou-se porque se tratava da tarefa de TODA A GENTE.
CADA UM pensou que NÃO IMPORTA QUEM teria podido fazê-lo mas NINGUÉM percebeu que TODA A GENTE não o faria.
Daqui resultou que CADA UM censurou ALGUÉM (não) tinha cumprido a tarefa que NÃO IMPORTA QUEM poderia ter realizado.
In Bulletin INITIATIVE, Vol. 2. N.º6 (traduzido e adaptado)

quinta-feira, 8 de junho de 2017

Ruído Vs Silêncio * Noise Vs Silence

As nossas vidas normalmente são preenchidas com ruído. Há os ruídos do mundo exterior que não podemos controlar, e há os ruídos que permitimos nas nossas vidas.
Esses ruídos, de fontes aparentemente inócuas como a televisão e o rádio, podem-nos ajudar a evitar lidar com pensamentos e emoções desconfortáveis. No entanto, usar o barulho como distração pode acabar por doer mais do que ajuda. Estamos a impedir que aquilo que nos magoa chegue à superfície e possa ser analisado e eventualmente curado.
- Não quero pensar nisso! – dizemos enquanto aumentamos o volume da música.
Isto pode servir o propósito de não pensar em determinado assunto. De tirarmos uma conclusão dolorosa. De decidirmos tomar determinada atitude que nos vai magoar ou a outra pessoa.
Mas vai também impedir que a nossa vida ande para a frente. Que ultrapassemos determinados problemas. Vai apenas adiar as soluções e que esqueçamos a realidade... 
Ao cancelar o ruído e saborear o silêncio, criamos espaço para sentir e organizar os pensamentos para posteriormente os podermos expressar. É só então que a auto-exploração pode começar de forma séria. Em silêncio, torna-se mais fácil deixar avançar os sentimentos mais fortes, lidar com eles e encontrar novas maneiras de os resolver.

Quando nos cobrimos com o véu do ruído para nos auto-protegermos, nunca nos aperceberemos o que realmente precisamos de curar. Abraçar o silêncio e fazer introspeção permite trabalhar através do pensamento e emoções e transmutá-los. Livre da necessidade de barulho, podemos aceitar a dor, a raiva e a frustração à medida que surjam e transformá-las em oportunidades para evoluir.

segunda-feira, 5 de junho de 2017

Dúvida e memória * Doubt and memory

Eu corro atrás da memória

De certas coisas passadas
Como de um conto de fadas,
De uma velha, velha história...

Tão longe do que hoje sou
Que nem sei se quem recorda
Foi aquele que as passou,
Ou se apenas as sonhou
E agora, súbito, acorda.

Francisco Bugalho, in "Canções de Entre Céu e Terra" 

domingo, 4 de junho de 2017

Quem sou eu? * Who am I?

Sou uma longa história.

Sou lúcida na minha loucura, permanente na minha inconstância, inquieta na minha comodidade. 

Amo mais do que posso e, às vezes por medo, menos do que sou capaz. 
Procuro pelo prazer da paisagem e raramente pela alegre frustração da chegada.
Quando me entrego, atiro-me de cabeça e quando recuo nunca mais volto. 
Independentemente do que me disserem respondo com um sorrido porque ser inconveniente é muito comum mas ser superior é uma raridade.
Choro lágrimas de rir e quando choro a sério, muitas vezes não derramo uma lágrima.
Sei mais do que digo, penso mais do que falo e observo mais do que imaginam.
Não levo tudo a sério, sei que nada é definitivo. Nem eu ou o que penso que eu sou. Nem nós ou que pensamos que temos.
Prefiro as noites porque a Lua nutre o meu descanso, embora os dias me iluminem quando nasce o Sol. 
Não bebo porque só me aceito sóbria.
Apaixono-me por pequenos detalhes e deciono-me por coisas ainda mais pequenas. 
Falo muito mas nem sempre o que queres saber.
Sou teimosa e cumpro sempre o que prometo.
Tenho fome de Sol quando chove demais e sinto falta do cheiro de terra molhada quando o calor me castiga. 
Da vida quero apenas saber que tentei tudo o que quis, tive tudo o que pude, amei tudo o que valia a pena e perdi apenas o que no fundo, nunca foi realmente meu.
No livro da minha vida sou eu quem decide o que colocar na capa, as cores, as vírgulas e até o ponto final.
Só eu sei quem sou, os outros apenas me imaginam.
Acredito em mim. Amo-me. Esta sou eu.

sábado, 3 de junho de 2017

Ouvi dizer que gostas de mim... * I heard that you love me


Ouvi dizer que gostas de mim...
Ouvi, mas sabes? 
Necessito de que me digas... 
Não te escondas no silêncio, não tenhas receio de o dizeres... 
Demonstra, da forma que melhor sabes, mas faz...
Porque um dia pode ser tarde... 
Mesmo que saibas, ou não que eu também possa gostar de ti .

Se não me o disseres, nunca saberás... 
O orgulho não leva a parte alguma... 
O amor demonstra-se, reparte-se, dá-se... 
Quero que me digas e não quero ouvir pela boca de ninguém, mas pelos teus lábios e talvez os meus também digam o mesmo, encostados aos teus.

Créditos: @lgodão Doce

sexta-feira, 2 de junho de 2017

Bobok Gigante * Giant Bobok

 
 
 
 
 
 
 O que é um Bobok? Bom, essa não é uma questão fácil de responder.
São oriundos do sul do reino Já Cheguei, mais precisamente da base do Planalto das Pigoitas (outra criatura encantada).
Há muito tempo atrás, com a taxa de nascimento a aumentar e o mundo exterior a querer adoptar Boboks, eles decidiram sair do reino e encontrar novos espaços para viver.
Antigamente juntavam-se e esperavam à beira da estrada perto dos cogumelos mágicos da Floresta Encantada e, sempre que passava alguém, pediam boleia.
Agora, também os Boboks tomaram consciência do mundo cá fora e decidiram utilizar a internet e mais precisamente a nossa loja Etsy para os ajudar a encontrar novos destinos.
É a nossa obrigação ajudá-los com este seu desejo!
Se a sua figura engraçada não é suficiente para os tornar desejáveis, fiquem a saber que um Bobok é sem dúvida um poderoso aliado… Não se deixem enganar pela sua aparência adorável.
Este Bobok mede cerca de 82cm de altura!
***
What is a Bobok? Well, a question not so easy to answer.They were born in the south of Reino Já Cheguei, more precisely at the base of the Pigoitas plateau (another magic creature).A long time ago, with their numbers increasing and the outside world wanting to adopt one, they decided to set out to find new spaces to live. In the old days, they would gather and wait among the wild mushrooms on the side of the magic forest for someone to pass by. Then they would ask for a ride.These days, the Boboks have become aware of the larger world around them and decided to use the internet and our Etsy shop to help carry them to their destinations. It’s our obligation to help them with their wish!***

If their cuteness factor alone wasn't enough to make them desirable, a Bobok is undoubtedly a very powerful ally. . . Please do not be fooled by their lovely look.This Bobok measures approximately 32,28 inch height!
Disponível / Available

quinta-feira, 1 de junho de 2017

A vida... * Life keeps testing you...

testa-te...

Está sempre a pôr-nos à prova.
Isso torna-nos mais fortes, mais assertivos.
Vivemos numas olimpíadas.
Quando pensamos que o dia vai ser calmo... BUM!
Quando pensamos que não vamos conseguir fazer algo a tempo... VOILÁ!
Quando pensamos que nada nos vais surpreender mais em determinada semana... PLIM!
Nem sempre gostamos de ser testados, nem sempre temos paciência para tal.
Também há dias que precisamos de um desafio, de algo que nos surpreenda, mas ele não acontece.
Mantém-te fiel aos teus princípios.
Sê paciente.
Acredita.
Confia em ti.
Boa quinta!

terça-feira, 30 de maio de 2017

Aprender que parte da letra de uma música... * Lyrics...

Já aprendi como. E tu?

Remember those walls I built
Well, baby, they're tumbling down
And they didn't even put up a fight
They didn't even make a sound
Adoro quando as letras das músicas descrevem o meu humor, o meu dia ou apenas o que senti ou sentem por mim.

Obrigada!

segunda-feira, 29 de maio de 2017

♥ Heartfulness ♥

Acabei de ler este livro.
Muitas das coisas já as fazia inconscientemente. Muitas nem sabia que tinham nome. Descobri, com grande felicidade minha, que estou no bom caminho.
‘Heartfulness: Enfrente a vida de coração aberto’ é o novo livro de Mia Övén e propõe-nos um desafio muito simples: viver intensamente, agora. A proposta é que cada uma encontre a sua forma de praticar Heartfulness neste livro que inclui diversas Mandalas para colorir, bem como uma inovação: é o primeiro publicado pela Porto Editora a aplicar a tecnologia de realidade aumentada desenvolvida para os manuais escolares híbridos através de uma app, a Miafulness, que nos dá acesso a meditações guiadas. Falámos com a autora para saber mais sobre o que a inspirou a escrever este guia e descobrir de que forma o Heartfulness se propõe a mudar para melhor a nossa vida através da serenidade, da aceitação e da autocompaixão.
O que a inspirou a lançar este novo livro?
Inicialmente, queria escrever um livro só para mulheres. Aliás, eu tinha escrito todo o livro no feminino, e foi uma trabalheira mudar tudo. A editora e o meu marido acharam que era uma pena estar direcionado apenas ao público feminino, e que deveria abranger todos no geral. A ideia surgiu porque eu trabalho muito com mulheres, algumas mães e outras não, e acho que nós mulheres andamos muito perdidas, muito ao serviço dos outros, e esquecemo-nos de nós próprias. Mas o que eu percebi com este trabalho é que não somos só nós mulheres, na verdade. O que acontece é que nós temos mais facilidade em falar sobre isso, no entanto somos lentas a entrar em ação. Arranjamos sempre muitas desculpas! Este livro surge assim como uma forma de por em prática, por escrito, a minha “viagem”, em que consegui melhorar a minha autoestima, aceitar a minha vulnerabilidade, praticar mais autocompaixão e cuidar muito melhor de mim, sabendo quais são os meus limites. Este é um livro para remediar coisas que nos condicionam. Nós em geral, e as mulheres em particular, precisamos de assumir mais responsabilidade pessoal, precisamos de estar bem para ajudar os outros a fazer o mesmo.
E o que é Heartfulness?
Heartfulness é basicamente estarmos presentes com muita compaixão e sobretudo autocompaixão, em primeiro lugar. Estabelecer limites e perceber quando nos estamos a esquecer um bocadinho de nós, perceber que não estamos bem e agir, inverter a situação. Conseguirmos estar bem mesmo quando nos sentimos mal. Aceitar também o que é menos bom.
O que considera o “kit essencial” do praticante de Heartfulness?
Lendo o livro, fazemos a “fotografia” do nosso momento presente, algo que a Mandala da Vida também ajuda a fazer [incluída no fim no livro], e tirando essa “fotografia” ficamos com a ideia de por onde podemos começar, para não nos sentirmos assoberbados. A primeira atitude é sem dúvida a abertura, a willingness, o estar disposto a fazer alguma coisa de diferente do que estamos a fazer.
A segunda é resgatar a pausa. Já não sabemos fazer pausas na vida! Dantes fazíamos pausas naturais: estava numa fila e não tinha um smartphone, não tinha como fazer o tempo passar. Ainda ontem estava na sala de espera do dentista com a minha filha, e estava a aproveitar para trabalhar… Antes de 2006 não conseguia fazer isso. Tinha obrigatoriamente de fazer aquela pausa. Hoje não há tempo para pensar. Estamos sempre em overload de informação, estamos sempre a “aproveitar” – vou aproveitar para despachar isto, para ver aquilo… Se conseguirmos ambos estes pontos, o resto surge naturalmente. Ah, e não podemos adiar. O constante “Ah, faço depois!” leva a que nunca se comece… É começar agora, não amanhã nem depois de amanhã!
Quais são os maiores obstáculos para o praticante de Heartfulness?
O primeiro são os nossos pensamentos. As mulheres pensam ser as deusas do multitasking, pensam ser capazes de fazer mil e uma coisas ao mesmo tempo, e na realidade não é bem assim. O “tenho”, “devo”, etc., só existem na nossa cabeça, e temos de parar um bocadinho e olhar para nós. Depois, o ceticismo. É super saudável sermos céticas, mas quando o ceticismo se torna um obstáculo à nossa abertura, temos de o dominar.
Ao longo do livro a Mia fala muito em intenções, e na importância de as definir. Mas distingue uma intenção de um objetivo, quer explicar melhor esta ideia?
Um objetivo tem de ter um inicio e um fim. Se a minha a intenção for sentir-me bem, posso ter como objetivo algo que devo fazer especificamente para me sentir bem. O objetivo tem de ser mensurável, tem aquele limite: vou treinar para me sentir bem agora. E vários objetivos podem ajudar-me a viver e a servir a minha intenção. A intenção é como um guia, uma luz que nos indica as ações: para onde quero ir? O que quero? A partir daí surge o objetivo.
Depois de ler o livro, como pode a minha vida mudar?
Em primeiro lugar, a mudança vai ser interior. Vai ver efeitos na autoestima, vai perceber como a vulnerabilidade pode ser uma força, vai saber a importância da autocompaixão, a importância de comunicar os seus próprios limites e poder descobrir quais são. No fundo, vai sentir-se melhor consigo mesma e vai perceber o que tem de fazer em concreto para se sentir melhor em termos de autocuidado. O que posso fazer para me sentir melhor fisicamente, mentalmente? Aqui vai encontrar a resposta. 

Aconselho!!

domingo, 28 de maio de 2017

Penso positivo * Positive thinking

Adenda ao post de hoje cedo:
Obrigada a quem se lembrou da música e me enviou o link ;)
*
Io penso positivo perche' son vivo
perche' son vivo
Io penso positivo perche' son vivo
e finche' son vivo
niente e nessuno al mondo
potra' fermarmi dal ragionare
niente e nessuno al mondo
potra' fermare, fermare, fermare
fermare quest'onda che va
quest'onda che viene e che va
quest'onda che va
*

Agarra a tua luz * Hold on to your light

Encontrar o nosso lugar no mundo e ver que somos uma parte imprescindível de tudo o que nos rodeia, é de facto uma coisa maravilhosa!

sábado, 27 de maio de 2017

Pensa positivo * Positive thinking

Fui pessimista durante muitos anos.
Não me arrependo porque sei que as ferramentas que tinha na altura, o que sabia e o que estava a acontecer não me podiam ter levado por outro caminho.
Fui além de pessimista muito determinada. Sabia exatamente o que queria apesar de todo o meu pessimismo. Talvez por isso sempre consegui atingir os meus objetivos.
Sei no entanto que foram atingidos com muito esforço. Porquê?
Acredito que foi porque ser pessimista me consumiu mais energia do que ser otimista.
A minha vida mudou apesar do pessimismo que teve que ser compensado com determinação, organização e capacidade de focar apenas os objetivos.
Descobri posteriormente que ser pessimista consome MUITO mais energia do que ser otimista.
Na verdade não sei (ainda) explicar muito bem o porquê.
Talvez porque ao ser pessimista eu tentasse logo arranjar várias soluções para resolver cada uma das maneiras de como as coisas poderiam correr mal.
Sendo otimista basta pensar:
Vai tudo correr bem.
Se não correr bem, logo vejo o que faço.
Talvez não tenha tomado as melhores decisões... agora já sei quais as que não devo tomar.
Neste momento tenho ainda  fases de pessimismo. Sou humana.
Mas:
 Há ainda os sábios:
Normalmente costumo usar uma expressão que diz:
Ser inteligente é acreditar em apenas metade do que nos dizem.
Ser génio é descobrir em que metade.
(Não sei quem a disse mas nunca mais a esqueci.)

sexta-feira, 26 de maio de 2017

Estar presente * Be present

Estar presente... Parece tão fácil mas não é.
Estar presente é deixar-se ir sem interferir, sem juízos de valor, sem pensar no que vai fazer a seguir...Em pensar no que falta no frigorífico, nem no passeio da escola do filho.
Estar presente é estar AGORA aqui. Só aqui e em mais lado nenhum.
É não saltarmos de pensamento em pensamento impelidos por listas infindáveis de afazeres diários.
Estar em piloto automático não é estar aqui.
É estarmos agarrados aos nossos pensamentos (que ocupam grande parte do nosso cérebro) em vez de estarmos apenas atentos ao que fazemos (movimentos corporais).
Estar AQUI é sempre um momento mágico, que nunca mais se repetirá.
Aproveita-os todos! VIVE os todos!

Take me to the magic of the moment
On a glory night
Where the children of tomorrow share their dreams (share their dreams)
With you and me
Take me to the magic of the moment
On a glory night
Where the children of tomorrow dream away
In the wind of change (the wind of change)

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